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BILLY COBHAM

Cobham nasceu no Panamá em 16 de Maio de 1944, sua família se mudou para Nova York quando ele ainda era criança.

Em 1947, sua família mudou-se para Nova York. Aos oito anos teve sua primeira bateria, e nesse mesmo ano entrou na High School and Arts de Nova York, famosa escola onde estudaram Theodorus Monk e Stan Getz.

Em 1965 trabalhou como percussionista do exército Norte Americano. 3 anos depois, fez sua primeira tour mundial com o pianista de Jazz Horace Silver, e no mesmo ano participou do disco do guitarrista George Benson.

Em 1969 tocou com o saxfonista e trompetista Milles Davis. Com o Brecker Brothers ele formou o “Dreams” no mesmo ano.

“Dreams” (1970)

Billy deixou o “Dreams” em 1971 para se juntar ao grupo de John McLaughlin, o Maravishnu Orchestra.

Em 1973 tocou com o guitarrista John Mclaughlin, e nesse mesmo ano lançou seu primeiro trabalho solo, “Spectum”, que teve a participação do guitarrista Tommy Bolin (James Gang e Deep Purple).

Em 1975 gravou seu primeiro álbum no festival de Montreux e repetiu a dose no ano seguinte fazendo seu segundo show em Montreux, agora com a partícipação da George Duke Band (banda formada pelo tecladista George Duke, guitarrista John Scofield e o Baxista Aphonso Johnson). Esse show saiu em vídeo.

Cobham-Duke Band (1976)

Em 1979 fez sua primeira excursão pelo Japão. No ano seguinte toca no “Saturday Night Live” como músico convidado.

Em 1993 gravou um álbum no Brasil chamado “Traveler”. Em 1994 partícipou de uma tour com Peter Gabriel, e no mesmo ano gravou um disco com o guitarrista Stanley Clarke chamado “Live At The Greek”

Em 2001 participou de uma tour com o guitarrista Ron Carter.

Cobham é, sem dúvida, o baterista mais poderoso que surgiu do movimento Fusion dos anos setenta. Billy assegurou seu sucesso tanto nos EUA quanto na Europa. Ele possui duas residências e varia seu conceito de acordo com o estilo musical em que trabalha.

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Postarei na sequência algumas frases digamos… “marcantes” da entrevista dada por Cobham à Dino Verda da revista Modern Drummer (edição Nº139) em sua vinda ao Brasil em Abril de 2009 quando Billy ministrou worshops em São Paulo-SP e Porto Alegre-RS.

“Se Você olhar para a bateria apenas pelo tamanho, isso é apenas matemática, mas se você usar todos esses tambores e pratos a seu favor, isso é música!”

“Jovens não tem disciplina, estão sempre tentando tocar mais rápido que todo mundo e mais alto que todos. Se você quer realmente ser um bom baterista precisa respeitar o seu tempo e entrender por quê.”

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