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Slave BIO

Victor Slave: Minha identidade secreta é Victor Sávio… mas eu meio que tirei o “ávio” do meu “nome artístico”. … por que “Slave”? Click AQUI pra saber.

Nasci em Recife-Pe em 11 de Julho de 1984 … apesar de ser do século passado, ainda tenho muito o que aprender 😛
Moro desde “cara de joelho” em Maceió-AL… tipo, tenho dupla personalidade… não… dupla nacionalid… não… entendeu né?

Comecei a tocar bateria em 2000 atrevés de um amigo na igreja. Foram árduos 6 meses de aula 100% práticas! Tipo exército! … mas funcionou. Sempre fui muito fominha então acabei conseguindo aprender muita coisa sozinho, inclusive partitura de bateria. Considero que comecei tarde, mas o lance é correr atrás sempre.

Minha primeira experiência tocando foi numa banda que formei com uns amigos ainda em 2000, Banda Templus (pop/rock). Não tínhamos músicas próprias, então tocávamos covers, o que me ajudou bastante, porque ouvia e aprendia o que os bateras faziam… ou alguma coisa parecida hehhe… pouco tempo depois passei a tocar na igreja, que foi e ainda é o maior aprendizado que tive e tenho do instrumento e de música em geral. Toca-se todo tipo de música, ensaiada ou não, com dinâmicas que sempre devem se encaixar no clima do culto. isso me deu muita noção de improviso, controle, e me fez estudar outros ritmos que não dominava e até alguns que nem conhecia.

Mais pra frente formei outra banda com amigos; Lazarus (rock). Muito mais exigente tecnicamente do que a anterior, mas dentro de uma atmosfera que eu conhecia bem e curtia muito, o Rock.

Ai comecei a encher a mochila de banda, formando a banda Audiovoltz (rock), que dividiu atenções com a Lazarus durante uns 2 meses até eu deixar a Lazarus. A Audiovoltz trabalha com músicas próprias, inclusive com um EP gravado (cd com 5 faixas) em 2008.  Andou meio adormecida desde 2009 até o reencontro em 2012, com novas canções. Os shows esperarão o CD, mas muita coisa boa virá!

Lá pra 2008, comecei mais uma banda, essa de mpb/pop/rock/pokindetudo … a Maria Vai Com os Outros… e outra mais pop/rock, Almacrônica. essa duas no momento estão hibernando, mas quem sabe um dia num acordam? 😛

Ainda no ano de 2008 por influencia de uma amiga acabei começando a dar aulas de bateria, meio que informalmente e talz… só que o lance cresceu, e apareceram mais pessoas… hoje estou dando aulas numa sala que tenho num estúdio. Local onde posso dar aulas e também estudar e praticar bastante. Ainda não me considero um mestre… e to bem longe de ser mesmo hehehe… mas iniciações to mandando bem \o/ !!

Em final de 2010 recebi um convite para assumir as baquetas de uma banda que, ainda começando, perdeu seu batera para o Canadá. Não sei se eles queriam um batera com mesmo nome, ou foi minha irmã que à época trampava com o vocalista, que me pintou todo bom pra ele, mas fui testar, e rolou. É a Betamax. Banda Pop/Rock com projeto autoral audacioso e inovador. Lançamos nosso primeiro álbum em final de 2011, o “Versão Beta” (álbum pode ser baixado por completo no site http://www.bandabetamax.com) e já tem composições pra mais um, que deve vir em 2013. A banda cresceu muito rápido, atingindo notoriedade na cidade e recebendo convites para grandes eventos com grandes bandas nacionais. Com dois videoclipes lançados, alcançou muitos fãs. A banda se separou em final de 2013, fazendo ainda algumas apresentações em 2014.

E 2013, não foi só um ano de fim e banda, mas também de surgimento de um projeto inicialmente chamado Som de Rock (SDR) que se tornou Radiobeta. Formado pelo trio Beta Moraes, Léo Maxdrive e Victor Slave que já compunham a Almacrônica (banda que já não exista mais) e decidiram se reunir. Em função da falta de disponibilidade do antigo baixista da Almacrônica, Tony Torquato juntou-se ao trio e assumiu o contrabaixo da Radiobeta que gravou seu primeiro álbum autoral em 2015.

Em 2015, passei a fazer parte de mais algumas “famílias”: A Fiat 147, a Sweetplay e Quebra Mar.
A Fiat 147, com um projeto sólido de banda que existia a quase 5 anos à época, foi bem na minha praia… rock e pop rock nacional e internacional com projetos de investir em músicas autorais. A Sweetplay, um projeto mais light numa linha pop internacional, também com uma veia de autoral, mas com foco em arranjos vocais e músicas mais radiofônicas. Já a Quebra Mar surgiu exclusivamente para fazer Especiais de Charlie Brow Jr. … e não é que fez sucesso entre a galera?! Já na primeira apresentação impressionamos e já fechamos outras apresentações… mas é um projeto realmente de apresentações especiais.

Sobre alguns desses projetos, você pode saber mais na aba “PROJETOS” no topo da página.

4 comentários em “Slave BIO

  1. […] Slave Drummer Just another WordPress.com site InícioAbout […]

  2. E aí cara, blz? Tb sou de Recife e tb toco batera. Me apaixonei pela Tama starclassic, Performer B/B (DSD). Sabes a faixa de preço dela e onde posso encontra-la? valeu veio. meu nome é Ita. (email: charcque2@hotmail.com) abraçao

    • Eai man! Na verdade so de Recife, mas estou morando em Maceió-AL. Sobre a batera, é o seguinte… ela é raríssima sobre tudo no brasil, provavelmente vc teria q importar, pra isso a melhor forma acredito que seria por intermédio de alguma grande loja, como foxtrot, playtech, made in brazil….

      Sobre o preço, lhe adianto q é um investimento em tanto. pra vc ter uma idéia vai um link de uma starclassic +ou- no mesmo patamar da Performer B/B:

      espero ter ajudado!
      Abraço,

      Victor Slave

  3. Q te ajuda mas nao posso deus vai te ajuda

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